Entre a Fé e a Tentação – A Bezerrinha de Osasco (Parte 3)
Uma história de redenção, amor e reencontro com Deus em meio ao caos espiritual
Olá, ungidos de meu coração! Olha só quem voltou: Eu mesma, Irmã Neide, a maior e melhor blogueira gospel que este mundo já viu (modéstia é para os fracos, né, irmãos?). Estão prontos para um novo capítulo de pura unção, repleto de revelações e da boa luta espiritual?
Hoje chegamos ao terceiro e último capítulo da crônica gospel mais aguardada desde o Apocalipse: Entre a Fé e a Tentação. Venho aqui, humilde como um vaso escolhido, entregar o desfecho dessa linda jornada de luta entre o Céu e as ciladas do “inimigo”. Preparem os lencinhos e as Bíblias porque, aleluia, o fogo vai descer!
Se estão atrasados no rolê e querem refrescar a memória, aqui estão os links para as histórias anteriores:
- Entre a Fé e a Tentação – A Redenção de Neide
- Entre a Fé e a Tentação – Depilação Vaginal (Parte 2)

Irmã Neide poderosa desfilando em trajes mundanos para restaurar sua dignidade perante a igreja.
Mentalizei os iPhones e o encontro com o grande amor da minha vida. Respirei fundo, passei meu batom Mary Key — porque glamour é essencial, mesmo em momentos de tribulação — e resolvi então entrar na Boate Mama Mia Ahola e encarar os 30 homens que me aguardavam. Foi quando levei um verdadeiro choque espiritual: fazia tempos que eu, Irmã Neide, não via tanto homem de pênis ereto junto no mesmo recinto. #jesusmeabana
Para não sair do personagem de “varoa que veio do mundo”, encarnei a piranha oca e gritei com toda a força:
– Se preparem, homens, porque a Bezerrinha de Osasco chegou!!
O clima explodiu de alegria. Gritaria, aplausos, gritos de “glória” e, claro, muito caos. Ordenei então que formassem uma fila, porque eu estava disposta a “atender” cada um ali. Ajoelhei-me — calma, irmãos, isso foi antes da conversão, não me julguem! — e foi quando um pênis atingiu minha face como um tapa divino. Olhei para cima para identificar o abençoado e, para a minha surpresa, era… um travesti.
– Sai daqui, traveco! Por que você quer que uma mulher, uma varoa como eu, te chupe? Você tem que gostar é de homem, caí por terra, Satanás! — exclamei, me valendo de toda a minha experiência na interpretação da Piranha Homofóbica.
O travesti olhou bem nos meus olhos, como se estivesse me sondando, me reconhecendo. Algo ali estava fora do normal. Levantei-me de imediato e o encarei de frente, peito com peito, porque sou uma mulher ungida, mas destemida!
– Eu te conheço, mona? — perguntei, sentindo o espírito da curiosidade baixar.
Ele respondeu com a calma de quem segura o microfone do Silvio Santos:
– Sim, você me conhece, Neide. Quem diria que voltaria para essa vida, hein? Mas aposto que é só fingimento…
Senti um arrepio atravessar meu corpo, como um raio ungido. Ele começou nos pés, subiu pela… bem, vocês entenderam, e foi parar nos meus cabelos negros, ungidos pelo Espírito Santo e pelo tonalizante 9.1 da Koleston. Reconheci aquele olhar, aquela presença.
– Eu te conheço… não pode ser… NÃO PODE SER!!— gritei, em prantos, sentindo o fogo do parquinho espiritual no meio das minhas pernas começar a arder.
– Sim, Neide. Sou eu. Porém hoje me chamo Ivana!
Ajoelhei-me novamente, mas agora sem o propósito mundano de outrora. Levantei as mãos para o alto e clamei:
– IVANGIVALDO?!

Não era possível. Simplesmente não dava para acreditar, irmãos! Aquele homem que me abandonou, lá atrás, dizendo que precisava “aproveitar a vida” porque tinha uma doença terminal (spoiler: só queria viver na libertinagem), estava ali na minha frente. Vivo. E, pasmem: agora era uma mulher de tromba!. Ivangivaldo havia ressuscitado como um satânico travesti siliconado. Só Jesus na causa!
Desesperada, saí correndo da Boate Mama Mia Ahola igual homossexual em fila de dark room. Chorava, gritava e, claro, me jogava no meio da rua com aquele drama digno de novela das oito. De vez em quando, rolava no chão “em Cristo”, gritando coisas como “Tá amarrado!”, “Repreendido!” e “Cai por terra!”. Porque, né, a luta era espiritual.
Corri tanto que fui parar, adivinhem onde? No ponto de ônibus onde toda essa história começou. Como diz o Pastor Reginaldo Monte: “Deus faz a volta, mas nunca perde a linha!”. Lá fiquei, sentada, desolada, chorando litros, até sentir uma mão tocar meu ombro.
Olhei para trás. Era ela: A Crente Misteriosa.
– Por que choras, irmã? Me conte…
– Lembra que você disse que eu teria que virar oca para encontrar os iPhones e o grande amor da minha vida? Pois então, virei! Aí fui lá chupar o pênis de 30 homens de uma vez e dei de cara com o Ivangivaldo, meu ex-marido! Mas agora ele é um travesti, irmã! Com seios, aplique de cabelo e tudo!
Ela olhou para mim, sem pestanejar, e soltou:
– Mesmo que ele tenha virado um satânico travesti… Não acha muita coincidência reencontrá-lo lá no Mama Mia Ahola? Me diga uma coisa, quanto ele calçava?
– 44, irmã. Por quê?
A Crente Misteriosa ficou em silêncio, encarando minha face ungida como se buscasse respostas no espírito.
– E ele adorava uns tênis de mola, não era? — continuei, agora reflexiva.
Foi aí que a revelação me atingiu como um raio de luz direto do trono de Deus! O tênis de mola que estava na minha bolsa… poderia ser do Ivangivaldo! Ele poderia ter roubado os iPhones e ainda ser, vejam só, o grande amor da minha vida!
Entrei em desespero. Bati a cabeça na Bíblia que carregava, clamando:
– Não, não, não! Isso não pode ser verdade!
Mas a Crente Misteriosa me acalmou com sua voz cheia de sabedoria e graça:
– Você percebeu? Ele ainda é o amor da sua vida, Neide. Não adianta lutar contra o propósito de Deus. Você precisou voltar para o mundo para entender isso.
– Mas ele virou um travesti, irmã! Como lidar com isso?
Ela olhou para mim como quem dá uma lição bíblica e respondeu:
– Cadê Jesus nesse coração? O que fazemos quando avistamos um homossexual ou travesti? Curamos, não é? Lembre das Palavras sábias do Pastor Marco Feliciano anos atrás…
– É… verdade…— respondi, ainda em choque.
– Então, Deus está te dando esse desafio, irmã! Um travesti é o grande amor da sua vida. Transforme-o novamente em um varão de Deus! Você tem esse poder, Neide! Lembra quando o livrou daquela fornicação com cavalos? Para Deus, nada é impossível!
A Crente Misteriosa abriu sua sacola de bênçãos e tirou de lá uma saia jeans e um camisete de seda. Estendeu para mim com um sorriso piedoso.
– Tire essas roupas de prostituta e volte lá, do jeito que Ele quer. Mostre o seu poder de crente, Neide!

Ali mesmo, no ponto de ônibus, tirei minhas roupas de piranha e vesti meus trajes ungidos: uma saia jeans até o joelho e um camisete de seda que a Crente Misteriosa tinha me dado. Joguei meu cabelo ungido para o lado, coloquei a mão na cintura e, em pose de diva gospel, gritei para os céus:
– PRE-PA-RA, porque agora é hora do show da Crente Poderosa! SEGURA, JESUS!
Naquele momento, senti como se Deus tivesse colocado uma trilha sonora celestial com batidas de rave gospel no mundo. Era impossível não me sentir plena, abençoada e pronta para causar. Fui desfilando na rua, poderosa e decidida, enquanto a Crente Misteriosa me observava com aquele sorriso enigmático. Quando resolvi voltar para agradecer e perguntar seu nome, percebi que ela não estava mais lá.
– Glória a Deus! Aquele mistério era só mais uma confirmação divina.
Continuei meu desfile em direção à Boate Mama Mia Ahola, determinada a cumprir meu chamado. Quando me aproximei da entrada, vi uma figura desacordada, caída e toda machucada no chão. Cheguei mais perto e percebi que era Ivana — ou melhor, Ivangivaldo. Antes de prestar socorro (prioridades, irmãos!), tirei o tênis de mola da minha bolsa e testei no pé dele. Aleluia, o tênis serviu como uma luva!
– Acorda, Ivan! O que aconteceu? — perguntei, dando cinco tapas no rosto dele.
– Aiiiim! — respondeu ele com voz de homossexual passivo, imitando um gato assustado.
Levantei-o e o coloquei sentado na sarjeta, enquanto ele chorava lágrimas tão dramáticas quanto aquelas da novela mexicana Usurpadora.
– Quando você saiu da boate, eu disse que EU seria a Bezerrinha de Osasco e… e eles me bateram, Neide! — disse Ivangivaldo, soluçando com um tom extremamente teatral.
Olhei para ele, segurando meus próprios sentimentos com a força de uma varoa ungida.
– Ivan, por que você fez isso com sua vida? E a sua doença terminal? E os iPhones? Ai, meu Deus, são tantas perguntas! Me responda, pelo amor de Jesus e dos apóstolos!
Ele começou a ter um ataque de choro tão intenso que precisei colocar minha mão em sua cabeça para orar por sua vida pregressa e travestística.
– Vou te contar tudo…
– Então conte logo, pelo amor de God (Deus em inglês)!
Ele suspirou fundo e começou:
– Quando eu saí de casa para viver com o Hyggor, achei que seria feliz. Mas, depois de quatro meses, ele virou crente, largou o homossexualismo e se casou com uma irmã do Ministério Profético Canaã. Foi então que resolvi virar mulher, achando que ele me queria de volta. Mas não funcionou… Ele me xingou, me humilhou, acabou com a minha vida!
Enquanto ele contava, eu sentia um misto de dó e vontade de dar… her… um tapa na cara dele.
– Revoltado com a atitude dele e com o que a Igreja prega, resolvi me juntar a uma gangue de gays do Facebook que odeia o Pastor Marco Feliciano. Eles me convenceram a me vingar do Senhor roubando os iPhones das igrejas daqui de Osasco para vender e com o dinheiro, comprar comida para as crianças carentes…
Interrompi com o dedo em riste:
– Para, Invan! Você sabe que Deus precisa muito mais desse dinheiro do que as crianças carentes, né?
– Sei, sei!— respondeu ele, constrangido. —Mas, quando estava roubando os iPhones, te vi. E tudo voltou… todo aquele sentimento que tive por você durante anos. Não resisti e te beijei. Escondi os iPhones aqui na Mama Mia Ahola porque sabia que algo me dizia que você viria atrás e que eu ficaria frente a frente com você novamente… Acho que eu ainda te amo, Neide.
Baixei a cabeça, fiz aquela cara de diva sofrida que só uma mulher ungida sabe fazer, e voltei à conversa:
– Mas… e a sua doença terminal que você tinha contraído por beber sêmen dos cavalos?
– Eu me curei, misteriosamente. Sou uma mulher sadia agora.
Aquelas palavras me atingiram como um raio de luz divina. Suspirei fundo e decidi abrir meu coração:
– Sabe, Ivan, eu nunca te esqueci. Nunca! Minha vida, desde que você foi embora, ficou uma bagunça. Tentei outros namorados, outras formas de viver… Até o escrever pra blog eu parei por um tempo. Você fez muita falta! E a Rayanne Kellyane chora todos os dias, sentindo a sua ausência.
Ivangivaldo começou a chorar loucamente em Cristo. Lá estava ele, entregue, com lágrimas correndo por sua face siliconada. Coloquei minha mão em sua cabeça e comecei a orar em línguas.

– Me cura, Neide! Por favor, não aguento mais essa vida… Quero minha vida de volta! Quero ser o seu Ivan novamente.
– Hachbalrachatravanuncamas. Hakuna Matata, Hana Macantarava Suya, !! — orava eu, intensamente.
– Por favooooor, por favooooor!
– Aceitaaaaaaaa! Aceiteeeeee Jesus novamente em sua vidaaaaaaaaa! — gritei enquanto batia a cabeça de Ivangivaldo na guia da calçada para expulsar o encosto.
Saiu um pouco de sangue, mas isso é detalhe. Após alguns segundos desacordado, Ivangivaldo abriu os olhos novamente, confuso mas renovado.
– Nossa, Neide… tá tudo doendo. Deve ser porque o encosto de pombagira saiu do meu corpo, né?
– Sim, meu amor. Você está curado.
E foi aí que aconteceu uma das cenas mais bizarras — e, ao mesmo tempo, mais lindas — da minha vida: eu e Ivangivaldo nos beijamos no meio da rua. Ele ainda estava vestido como travesti, sem aplique claro, mas quem liga? Para Deus, o que importa é o coração. Aleluia!
A Verdadeira Cura Gay
Após aquele beijo cheio de unção, Ivangivaldo devolveu os iPhones para a Igreja, tirou o aplique e as roupas de mulher, e voltou a morar comigo. MEU MARIDO, MEU MACHO, MEU VARÃO! Ele decidiu manter os seios como recordação da fase bizarra de sua vida, e eu aceitei. Afinal, sempre quis um marido diferenciado, e as irmãs da Igreja ficaram todas roídas de inveja. Ninguém mais tinha um marido com seios. Só eu.
A volta dele para a Igreja foi uma festa! Houve até uma inauguração especial: a lojinha gospel de produtos da Apple na congregação. Os lucros, claro, foram para a obra do Senhor.
Embora o processo de cura seja lento, Ivangivaldo tem progredido. Ele já não fala como um gato rouco e, graças a Deus, não rebola mais quando anda. Glória!
Agora Somos Felizes…
Hoje sou uma mulher plena. Após anos de lutas espirituais e corporais, finalmente fui penetrada com fins reprodutivos e agora tento, de todas as formas, ter um filho do meu Ivan querido. O grande amor da minha vida.
Às vezes, Deus nos permite passar por situações absurdas — ser assaltada, levar bronca do Pastor, quase chupar 30 homens de uma vez — só para que possamos encontrar o propósito maior: o amor verdadeiro. Nunca duvide dos planos Dele, porque Deus sabe o que faz!
E aqui estou eu: linda, gostosa, feliz e completamente APAIXONADA!
The End (Acabou em inglês)
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