Por que a Sexta-feira 13 dá tanto azar? Descubra tudo aqui!

Curiosidades, superstições e tretas históricas sobre a data mais temida do calendário

É só virar a folhinha do calendário e cair naquela sexta-feira 13 que o brasileiro médio já sente um arrepio subindo pela espinha, começa a ver gato preto em tudo que é canto e evita até passar debaixo da própria escada em casa. Coincidência? Claro que não. A mente humana adora um drama, e quando junta uma sexta com o número mais rejeitado da numerologia, o caos está formado.

Se você é do tipo que se esconde embaixo da cama nesse dia ou simplesmente acha graça da paranoia coletiva, segura essa lista recheada de bizarrices, fatos históricos e superstições que vão te fazer amar odiar a famosa sexta-feira 13.

“Quando o calendário bate sexta-feira 13 e o universo decide sacanear geral.”
“Quando o calendário bate sexta-feira 13 e o universo decide sacanear geral.”

1. Medo de sexta-feira 13? Tem nome, sim senhor!

Se você achava que esse medo era só coisa de gente esquisita, parabéns, está errado. Ele é tão comum que tem até nome de vestibular federal: parascavedecatriafobia. Se o pânico for só do número 13, sem envolver a sexta-feira, o nome muda pra triscaidecafobia. Não é brincadeira. O negócio é sério.

E olha que não estamos falando de qualquer um: o baixinho da história, Napoleão, e o ex-presidente gringo Herbert Hoover morriam de medo do bendito número. Se tivesse Instagram na época, eles com certeza postariam stories cancelando tudo no dia 13 com um filtro dramático.

2. O número 13 é tão odiado que sumiu dos prédios

Acredite se quiser: hospitais, hotéis, prédios comerciais e até aeroportos estão cheios de arquitetos e engenheiros que fingem que o número 13 não existe. Vai lá conferir o elevador de um hotel mais metido: do 12 já pula pro 14. É tipo a ex que a gente finge que não conhece quando cruza no shopping.

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Portões 13 em terminais aéreos? Também somem como mágica. O número virou o Voldemort da engenharia civil: “aquele que não deve ser numerado”.

3. Dinheiro? Esquece. Ninguém quer fazer nada na sexta 13

De acordo com economistas que provavelmente têm TOC com datas, a sexta-feira 13 faz o mundo perder entre 700 a 800 milhões de dólares. Sim, tudo isso porque o povo resolve não sair da cama, cancelar viagem, adiar reunião, e fingir que o dia nem existe.

Pra quem vive inventando desculpa pra faltar ao trabalho, eis a campeã: “desculpa, chefe, acordei com parascavedecatriafobia”. Tem nome bonito, parece sério, e o RH vai precisar do Google pra processar.

4. Franklin D. Roosevelt: presidente dos EUA, mas medroso até o osso

O poderoso Franklin D. Roosevelt, aquele que encarou crises, guerras e o New Deal, dava piti com o número 13. Não viajava no dia 13, não sentava com 13 pessoas na mesa e provavelmente nem comprava 13 ovos no mercado.

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Se fosse vivo hoje, teria um adesivo colado no carro: “13? Só se for no jogo do bicho.”

5. Paris: onde até superstição vira serviço de luxo

Em restaurantes finos de Paris, se por um acaso (ou maldição) o número de pessoas na mesa for 13, não se preocupe: eles contratam um “convidado profissional número 14”.

Isso mesmo. Um ser humano pago para fingir que tá ali jantando só pra quebrar a maldição. Riqueza é isso: até o azar é terceirizado.

6. O 13 é odiado porque veio depois do queridinho 12

Numerólogos (esses mágicos da matemática mística) explicam que o número 12 é visto como perfeito. Temos:

  • 12 meses no ano

  • 12 signos

  • 12 apóstolos

  • 12 tribos de Israel

  • 12 trabalhos de Hércules

  • 12 dias de Natal

  • 12, o número da dúzia que todo mundo respeita

Aí vem o 13, metido, quebrando o rolê. É o tipo de número que chega sem ser convidado, pega a última fatia de pizza e ainda reclama que tá fria.

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7. Apollo 13: o número fez jus à fama

A famigerada missão Apollo 13 foi lançada exatamente às 13h13, no dia 11 de abril de 1970. Acha coincidência? A soma da data (1+1+4+70) dá 13. E, claro, a nave sofreu uma explosão… no dia 13 de abril.

Não era uma sexta-feira, mas não vamos dar ideias ao universo. O milagre é que os astronautas voltaram vivos. Um pequeno passo pra NASA, um grande passo pra terapia coletiva.

8. Em 1913, teve pastor metido a exorcista de data

Um pastor de Nova Iorque, em 1913, resolveu desafiar a lenda: ofereceu casamentos grátis numa sexta-feira 13, achando que com isso iria ajudar as mulheres a superar o medo da data.

Se ajudou ou se criou uma leva de divórcios catastróficos a gente nunca soube. Mas a intenção foi boa. E gratuita, o que já é milagre.

9. O livro que pode ter cagado tudo

Em 1907, saiu um livro chamado “Sexta-feira 13”, onde o protagonista decide sabotar a economia global justamente nesse dia. Foi um best-seller instantâneo: vendeu 28 mil cópias na primeira semana.

Tem historiador que jura que foi esse livro que deu start na fama maldita da data. Antes dele, ninguém ligava muito. Depois dele, virou moda ter medo.

10. A nota de dólar americano é praticamente um culto ao 13

Dá uma olhada no verso da nota de 1 dólar americano:

  • 13 degraus na pirâmide

  • 13 estrelas

  • 13 flechas

  • 13 folhas na oliveira

  • E não duvido que tenham colocado 13 demônios invisíveis ali só de sacanagem

Quem desenhou isso claramente tinha um fetiche cabuloso com o número 13. Ou só queria deixar a galera da conspiração ocupada pra sempre.

11. Cidadezinha americana colocou sino nos gatos pretos

Em 1939, numa cidadezinha de Indiana, alguém decidiu que gato preto era o problema da sexta-feira 13. Solução? Colocar sinos em todos eles, só pra saber onde estavam.

O resultado? Nada aconteceu. Mas a galera gostou tanto da ideia que manteve a moda dos sininhos por mais 3 anos. O importante é parecer que está no controle, mesmo que esteja com medo de um felino que dorme 16 horas por dia.

12. A franquia “Sexta-feira 13” nunca viu azar, só dinheiro

Os filmes da série “Sexta-feira 13” já arrecadaram mais de 40 milhões de dólares. E olha que eles são basicamente variações do mesmo enredo: gente burra sendo assassinada por um cara mascarado num acampamento.

Mas se tem uma coisa que eles provaram, é que azar mesmo tem quem não lucra com a lenda. Jason é o verdadeiro coach de sucesso do cinema de terror.


No fim das contas, a sexta-feira 13 é menos sobre azar e mais sobre a necessidade humana de dar sentido ao caos — e se for com um toque de superstição, umas histórias bizarras, um filme sangrento e uns milhões de dólares girando, melhor ainda; afinal, se é pra ter medo, que seja com estilo, drama e boas desculpas pra faltar ao trabalho.

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