Por que o funk não é música e sim um desserviço cultural

Descubra os verdadeiros motivos para não apoiar o funk e como esse “ritmo” tem destruído valores e empurrado a juventude pro abismo

Enquanto o mundo gira e o crente ora, o que não para mesmo é o batuque do funk… Infelizmente. Porque enquanto a irmã Neide ora no monte pela libertação do Brasil, tem gente rebolando até o chão, glorificando o capeta com beat de 120 BPM e letra de puteiro de rodoviária.

Não é exagero, é a realidade que até o varão mais cego em espírito já percebeu. Tá na hora de parar de passar pano com a fronha do mundanismo e encarar os fatos: o funk, esse ritmo do Egito moderno, mais parece trilha sonora de possessão do que de evolução.

Baile funk: o culto moderno ao hedonismo, com trilha sonora da perdição.
Baile funk: o culto moderno ao hedonismo, com trilha sonora da perdição.

1. Apologia ao pecado em forma de batida

Vamos ser sinceros, irmãos: as letras não falam de amor, não falam de superação, não falam nem de boleto pago. Falam de sexo, falam de drogas, falam de crimes como se fossem currículo de ministério. Quem tem ouvido, ouça:

“Porque água de bandido é whisk e red bull”,
“Créu, créu, créu”,
“Solteira sim, sozinha nunca, sou garota melancia e rebolo a minha bunda”.

Tá amarrado! Isso não é letra de música, é mantra de invocação pra entidade do pornô. Você deixaria sua filha de 10 anos ouvir isso? Se sim, ajoelha agora e vai orar 21 dias no jejum de Daniel, porque tem espírito de Jezabel pairando aí.

Sem titulo 1

2. Os bailes? É Sodoma com DJ

Quem já viu ou teve a infelicidade de passar na frente de um baile funk sabe que aquilo não é festa, é um culto ao capeta em 4 tempos. É droga, é sexo explícito, é a reunião dos “manos”, tudo sob a bênção do demônio do grave. Você, pai crente, deixaria seu filho de 15 anos ir pra um lugar onde a entrada é livre, mas a saída pode ser de camburão?


3. Mulher no funk: objeto, figurante ou embalagem de motel?

No universo do funk, a mulher é apresentada como uma boneca inflável com Wi-Fi. Serve pra requebrar, pra servir de cenário de clipe, e quando não presta mais, joga fora e pega outra na fila da perdição. Onde está o valor? Onde está o respeito? Onde está a dignidade da varoa?

Você que é mulher, que já passou pelo deserto emocional e hoje vive na unção do Senhor, se sente representada com um “vai, cachorra!”?


4. Cadê o lado bom, irmão? Cadê?

Todo estilo musical tem o seu lado bom. O sertanejo fala de amor sofrido e pinga. O pagode celebra o churrasco da firma e o amor da nega. O rock já questionou governos e até gritou por liberdade. Até o rap, apesar da revolta, é espelho da realidade.

manual sexo anal

Agora o funk… Qual é o lado bom?
“É que é cultural!”
Cultural é o maracatu, o boi-bumbá, a feijoada no domingo. Funk é baixaria em looping com beat de micro-ondas quebrado. Não é arte, é afronta.


8pSZLcriSOy1CQQtAMOJJQ

5. A juventude na lama com glitter

Por que será que os jovens estão cada vez mais desmotivados, sexualizados e sem esperança? Ah, talvez porque estão ouvindo músicas que incentivam a virar prostituta de luxo ou traficante empreendedor. O menino que ontem brincava de carrinho hoje canta:

“Late, late, late que eu tô passando”.

E a mãe acha fofo, grava e posta no Instagram com filtro de arco-íris e dancinha demoníaca do TikTok. Sangue de Jesus tem poder!


6. Isso não é música, é lixo reciclado pela mídia

Funk não é música. É ruído com versículo do inferno. Não traz cultura, não edifica, não exalta nada além da carne e da putaria. E quem ouve, um dia ainda vai olhar pra trás e dizer:

“Puts, porque eu ouvia aquilo? Tava desviado mesmo…”

Já passou da hora de crescer em entendimento, romper com o mundanismo e começar a ouvir algo que não precise ser censurado na presença de um pastor.


Funk não é patrimônio cultural. Funk deveria ser crime.

Forte? Sim. Mas mais forte é o Espírito Santo que convence, que liberta e que faz o irmão largar o “créu” e pegar a harpa cristã. Xingar mulher de “cachorra”, falar de droga, ostentar arma e ainda dizer que é cultura? Não, abençoado. Isso é pregação do maligno com produção musical.

O fogo no parquinho espiritual começou, e só os crentes de verdade vão resistir ao pancadão do engano.


Glória a Deus por quem ainda tem discernimento. E que caia por terra toda batida que exalte o trono do diabo.

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Botão Voltar ao topo